domingo, agosto 22, 2010
Sapatos Sujos, à entrada das aulas
sábado, agosto 21, 2010
Terapia Verde. Quem não precisa desta terapia sei eu bem quem é, é o Zé Geadas
Regresso à natureza. O seu filho vai ser mais saudável se brincar ao ar livre
Na última década a investigação do impacto da natureza no desenvolvimento ganhou novo fôlego, com dezenas de estudos a tentarem mostrar o papel protector da natureza na saúde, mas também na fortalecimento de competências como a criatividade ou a concentração, ou até na diminuição da taxa de criminalidade.
Mas estas lições científicas só aos poucos vão entrando na rotina familiar.
segunda-feira, agosto 16, 2010
A mãe de Jean-Jacques já deve mesmo ter cabelos brancos
Agora, soube de um pequeno que, aos 12 anos de idade, representou o Mónaco num concurso Eurovisão da Canção. Foi em 1969, e ficou em 6.º lugar.
Lembro-me ainda bastante bem da interpretação dele, era na altura em que, também para mim, este concurso de canções era absolutamente imperdível.
Ao rever a atuação, fico novamente encantado com a voz e a expressividade facial e gestual do rapazinho - tão em harmonia!, em meu entender, com a letra e a música. Parece mesmo que ele está ali a falar com a mãe, a gente quase que a vê em frente dele, a acentuar-lhe a alegria a a modular-lhe a aflição do sonho.
É cerca de um ano mais novo do que eu, e foi, na última época desportiva, treinador da equipa francesa que foi campeã nacional de rugby, no escalão júnior.
Ele aqui está, numa das raríssimas fotografias que aparece na Internet.
Não sei se ele continua a cantar, vou procurar. Mas, ao que parece, segue um estilo de vida saudável e promove o mesmo estilo de vida junto de fornadas de jovens. Agora, crescido, é Jean-Jacques Bortolaï.
Assim é bom, assim é bonito, assim gosto.
Maman, maman, et que j'étais devenu grand
Je marchais au pas, casque, fusil et sac au dos
Dans la lumière d'un matin, le soleil brillait tout là-haut
Il me suivait comme un copain
Maman, maman, j'ai fait un rêve merveilleux
Maman, maman, nous étions partis tous les deux
Sur un grand bateau, tout blanc, flottait pavillon haut
Et moi j'étais le commandant, parti pour les îles du vent
Tu étais fière de moi, maman
Maman, maman, j'ai fait un rêve merveilleux
Mais soudain tout s'arrête de mon rêve d'enfant
Et je vois apparaître la vraie vie des grands
J'ai le temps, j'ai le temps
Maman, maman, j'ai fait un rêve malheureux
Maman, maman, je te voyais les cheveux blancs
Je veux oublier le soldat et le grand bateau
Auprès de toi je veux rester et que Dieu te garde longtemps
Toi, la plus belle des mamans
Maman, maman, je veux rester encore enfant
Garde-moi près de toi, maman
Garde-moi près de toi, maman
| Composer(s) | Jo Perrier |
|---|---|
| Lyricist(s) | Jo Perrier |
| Conductor | Hervé Roy |
quarta-feira, julho 28, 2010
Brincar na lama

domingo, junho 27, 2010
UN Secretary-General invites you to be a Citizen Ambassador
Porque não tentar?... Por mim, disponho-me a fazê-lo e a ajudar quem o queira fazer também. Força!
Tantas vezes que nos interrogamos como podemos participar ativamente nas grandes questões do mundo. Esta talvez seja uma oportunidade interessante.
Does the Internet Discourage Deep Thinking?
domingo, junho 20, 2010
Uma palavra de homenagem a José Saramago
Uma palavra de homenagem a José Saramago
Se hoje tivesse sido inverno, se tivesse nevado... se eu hoje fosse a criança, eu teria pintado a neve de preto.
Saramago morreu a dizer-nos que não há céu, que o céu não existe; e que um dia deixamos de estar onde estamos agora, deixamos de ver as árvores que agora vemos. E depois disso não há mais nada.
Não sabemos, nunca, nunca, nunca, o que verdadeiramente cada um sente sobre a morte e sobre a sua própria morte. Podemos ler, reler e voltar a ler tudo o que Saramago disse sobre a vida, sobre a morte, e sobre a morte depois da vida. Sabemos que ele gostava de viver e que tinha pena de deixar de viver. Mas nunca saberemos o sentir que ele levou com ele. Nem quando ele diz que gostava que lhe pusessem, de vez em quando, uma flor junto às suas cinzas, para ele pensar que se lembravam dele.
Tomando o sentido de palavras que tanta vez repetiu, Saramago não morreu aconchegado com a Esperança, nem com a Fé. Desejo, muito sinceramente, que tenha tido o aconchego mais importante de todos, que a todos os seres humanos desejo: esse mesmo, o aconchego humano. Este sentir, eu consigo sentir empaticamente, e isso reconforta-me.
sábado, junho 12, 2010
Trabalho Infantil e Pobreza - ILO Reports on Child Labour Globally
Que, quase seguramente - e infelizmente -, não se vão atingir.
Hoje em dia, são 215 milhões de crianças.
A principal causa do trabalho infantil é a Pobreza. Por isso, há que continuara a lutar muito contra a pobreza.