#TOLERÂNCIA 3 - TOLERAR É ACEITAR DESISTIR DE QUALQUER COISA BOA
quarta-feira, janeiro 01, 2025
#TOLERÂNCIA 3 - TOLERAR É ACEITAR DESISTIR DE QUALQUER COISA BOA
terça-feira, dezembro 31, 2024
#TOLERÂNCIA 2 - O DESAFIO DE KARL POPPER — MAIS ACTUAL QUE NUNCA?
#TOLERÂNCIA 2 - O DESAFIO DE KARL POPPER — MAIS ACTUAL QUE NUNCA?
«Menos conhecido é o paradoxo da tolerância: a tolerância ilimitada conduz necessariamente ao desaparecimento da tolerância. Se estendermos a tolerância ilimitada mesmo intolerantes, se não estivermos preparados para defender uma sociedade tolerante contra o ataque dos intolerantes, então os tolerantes serão destruídos, e a tolerância com eles.»(1) (2)
segunda-feira, dezembro 30, 2024
#TOLERÂNCIA 1 - O DESAFIO DA TOLERÂNCIA PARA AS RELIGIÕES
quinta-feira, agosto 10, 2023
II Encontro Internacional de Solidariedade Intergeracional
Nos dias 7 e 8 de Setembro, na Amora e no Seixal.
Inscrição grátis na Junta de Freguesa da Amora (jfamora@jf-amora.pt).
sábado, março 25, 2023
Educação - Frases Inspiradoras: Deus e os Homens
«Não é importante se as pessoas acreditam ou não em Deus; o que conta é como tratam os outros homens.», era o que Hans Rosling ouvia, em criança, aos seus pais. Quase seguramente, na década de 50 do séc. XX, na Suécia.
(Hans Rosling, "Como Aprendi a Compreender o Mundo", p. 21. Temas e Debates, Lisboa, 2021)
Aprender o valor do trabalho, a justiça e a equidade ao colo do pai
Quando o meu pai voltava para casa do trabalho, à noite, cheirava sempre a café. Trabalhava na torrefação Lindvalls Kaffe em Uppsala. Foi assim que aprendi a gostar do cheiro do café muito antes de começar a bebê-lo. Muitas vezes ficava na rua à espera que ele chegasse do trabalho, a vê-lo aproximar-se de bicicleta pela rua fora. Ele saltava da bicicleta, vinha abraçar-me e eu fazia-lhe sempre a mesma pergunta: «Encontraste alguma coisa hoje?»
© Shutterstock Quando os sacos de grãos verdes de café chegavam para a torrefação, eram despejados para um tapete rolante e, em primeiro lugar, havia a triagem por um potente íman. O objectivo era remover quaisquer objectos metálicos que pudessem ter ido parar ao saco durante o processo de secagem e embalamento. O meu pai trazia-os para casa, dávamos e contava-me uma história sobre cada um deles. As histórias eram emocionantes.Às vezes trazia uma moeda. «Olha, esta é do Brasil», dizia ele. «O Brasil produz mais café do que qualquer outro país.»O meu pai deixava-me sentar no colo dele, abria o atlas do mundo à nossa frente e começava a contar a história: «É um país grande e muito quente. Esta moeda apareceu dentro de um saco que veio de Santos», explicava ele, apontando para a cidade portuária brasileira.E descrevia os homens e mulheres trabalhadoras, elos na cadeia que terminava com pessoas na Suécia a bebericar o seu café. Cedo percebi que quem apanhava o café era quem ganhava menos.

