domingo, agosto 02, 2009

História de um letreiro

O vídeo que a seguir reproduzo vem e vai; vai e volta.
Não é, de todo, o choradinho tradicional da brutal indiferença humana do habitante da cidade moderna; nem o dos coitadinhos dos pobrezinhos e dos indefesos.
Tem ido e vindo tantas vezes que me sinto na obrigação de o republicar (já o publiquei noutro lado).
Vejam o vídeo. Só depois, se precisarem, vejam a tradução que deixo a seguir.



Seguramente, nas aulas vou explorar o filme; até em mais do que uma perspectiva.
E - à atenção de tantos jovens que tantas imagens captam com os seus telemóveis - praticamente todo o filme pode ser feito com a câmara de um simples telemóvel.

Traduzo livremente as breves frases do filme (os letreiros e os diálogos):
  • Letreiro, forma inicial: "Tenham caridade, sou cego"
  • Letreiro, forma final: "Hoje está um dia maravilhoso e eu não consigo vê-lo"
  • Diálogo, o cego: "- O que fez com o meu letreiro?"
  • Diálogo, o homem de fato: "- Escrevi o mesmo, só que com outras palavras."

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